Estrabismo
Estrabismo é uma condição ocularEstrabismo é uma condição ocularcaracterizada pelo desalinhamento dosolhos. Esse desalinhamento pode semanifestar de maneira constante (quandoo indivíduo está sempre com o olhodesviado) ou intermitente (ora o indivíduoaparenta um dos olhos desviado, ora osdois olhos estão paralelos). O estrabismopode acontecer sempre no mesmo olho(monocular), que é o mais comum, ouvariar o olho, sendo ora um, ora outro(alternante).

Além da constância, o desvio podevariar de acordo com a posição do olhodesviado:
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Esotropia |
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Exotropia |
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Hipotropia |
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Hipertropia |
Há ainda o estrabismo paralítico que pode ser decorrente da paralisia do terceiro,Há ainda o estrabismo paralítico que pode ser decorrente da paralisia do terceiro,quarto ou sexto par craniano que pode decorrer de diversas causas como isquemia,lesões compressivas ou alterações que limitem o movimento ocular.
ATENÇÃO!
Ao nascimento, o controle dos movimentos oculares ainda não está totalmente formado e podem aparecer alguns desvios oculares nos primeiros três meses de vida que não caracterizam estrabismo. A persistência do desvio após essa idade pode indicar alteração.
Apenas a avaliação com o oftalmologista pode confirmar esta condição
O estrabismo pode acontecer em qualquer fase da vida, desde os primeiros meses de vida, como também na fase adulta. É classificado como estrabismo infantil quando se inicia antes dos 6 meses e definido com adquirido quando se apresenta após 6 meses do nascimento.
O desalinhamento dos olhos ocorre por uma alteração no funcionamento dos músculos que regulam os movimentos dos olhos. São seis músculos em cada olho, controlados por três pares de nervos cranianos do sistema nervoso central, que agem em conjunto e em harmonia, para permitir a movimentação dos dois olhos de maneira sincronizada. Quando ocorre alguma situação que afete essa sincronia, acontece o estrabismo.
São diversas causas que podem levar ao estrabismo, como: congênita (alteração anatômica dos músculos), alta hipermetropia (estrabismo acomodativo), baixa visão em um dos olhos (catarata congênita, alta ametropia não corrigida, anisometropia), tumores cerebrais que afetem a via óptica (glioma, astrocitoma), doenças neurológicas (paralisia cerebral, acidente vascular cerebral – AVC, hidrocefalia, traumas), genéticas (síndrome de Down, síndrome de Duane), infecciosas (encefalite, meningite), sistêmicas (alterações na tireóide, diabetes, síndrome de Guillain-Barré), hereditárias (histórico familiar de estrabismo) e prematuridade.
A prevalência do estrabismo na população é em torno de 2-5%. Observa-se que 50% das esotropias na infância decorrem de erros de acomodação. A exotropia é mais prevalente em populações asiáticas e negros. Mulheres apresentam em torno de 60-70% dos casos de exotropia.
Sintomas
O estrabismo pode acontecer em qualquer fase da vida, desde os primeiros meses de vida, como também na fase adulta. É classificado como estrabismo infantil quando se inicia antes dos 6 meses e definido com adquirido quando se apresenta após 6 meses do nascimento.
O desalinhamento dos olhos ocorre por uma alteração no funcionamento dos músculos que regulam os movimentos dos olhos. São seis músculos em cada olho, controlados por três pares de nervos cranianos do sistema nervoso central, que agem em conjunto e em harmonia, para permitir a movimentação dos dois olhos de maneira sincronizada. Quando ocorre alguma situação que afete essa sincronia, acontece o estrabismo.
São diversas causas que podem levar ao estrabismo, como: congênita (alteração anatômica dos músculos), alta hipermetropia (estrabismo acomodativo), baixa visão em um dos olhos (catarata congênita, alta ametropia não corrigida, anisometropia), tumores cerebrais que afetem a via óptica (glioma, astrocitoma), doenças neurológicas (paralisia cerebral, acidente vascular cerebral – AVC, hidrocefalia, traumas), genéticas (síndrome de Down, síndrome de Duane), infecciosas (encefalite, meningite), sistêmicas (alterações na tireóide, diabetes, síndrome de Guillain-Barré), hereditárias (histórico familiar de estrabismo) e prematuridade.
A prevalência do estrabismo na população é em torno de 2-5%. Observa-se que 50% das esotropias na infância decorrem de erros de acomodação. A exotropia é mais prevalente em populações asiáticas e negros. Mulheres apresentam em torno de 60-70% dos casos de exotropia.
Diagnóstico
O diagnóstico é feito pelo oftalmologista por meio da avaliação da acuidade visual, avaliação da motilidade extrínseca ocular pelo teste de cobertura ou pela avaliação dos reflexos pupilares para avaliar o posicionamento do reflexo nas pupilas.
Exames complementares são necessários para investigar a causa do estrabismo e descartar doenças sistêmicas associadas.
Eletrofisiologia Visual no Estrabismo
A avaliação da acuidade visual é de suma importância para identificar os casos de ambliopia e auxiliar na escolha da intervenção. Em adultos, convencionalmente utiliza-se a tabela de optotipos, no entanto, em casos de perda da capacidade de comunicação, como ocorre no AVC e em crianças pequenas e bebês, a medida da acuidade visual pela tabela não é possível. O mais indicado para essa medida é a utilização do método eletrofisiológico polo Potencial Visual Evocado de Varredura.
O Potencial Visual Evocado de Varredura faz a avaliação objetiva da acuidade visual sem precisar que o indivíduo informe algo. Saiba mais sobre o teste aqui. Em bebês e crianças o acompanhamento da acuidade visual é importante para identificar a presença de ambliopia precocemente e auxiliar o oftalmologista na modulação do tratamento.
Tratamento
Quanto mais precocemente o tratamento for iniciado, melhor será o prognóstico, por isso a importância de procurar o oftalmologista assim que o desvio for identificado.
O tratamento depende da causa e é indicado pelo oftalmologista após avaliação visual. Alguns desvios devem ter observados, outros podem ser corrigidos apenas com o uso de óculos, exercícios ortópticos, medicações tópicas, e ainda podem necessitar de cirurgia corretora e/ou uso de toxina botulínica. Nos casos de alterações musculares e na identificação de ambliopia, o uso de oclusão no olho de melhor visão pode ser indicado para estimular o “olho preguiçoso



















